sexta-feira, 13 de junho de 2008

Duality

"Enfio meus dedos nos meus olhos
É a única coisa que faz a dor parar
Mas é feito de todas as coisas
que tenho que aguentar
Jesus isso nunca acaba, te corroe por dentro
Se a dor continuar...
Eu ja gritei até minhas veias explodirem

Esperei o tempo passar
Agora tudo que eu faço é viver com esse destino
Eu desejei isso, reclamei daquilo
Deixei pra trás um pequeno detalhe
Você não pode matar o que você não criou
Tenho que dizer o que tenho que dizer

E depois juro que vou embora
Mas não posso prometer que
você vá gostar desse barulho
Acho que vou deixar o melhor pro final
Meu futuro parece um grande passado
Você restou comigo porque não me deu opção
Enfio meus dedos nos olhos

É a única coisa que faz a dor parar
Se a dor continuar, não vou conseguir
Me refaça

Ou separe a pele do osso
Me deixe todos os pedaços
E depois pode me deixar sozinho
Me diga que a realidade
É melhor que o sonho
Mas eu descobri do pior jeito
Nada é como parece
Enfio meus dedos nos meus olhos

É a única coisa que faz a dor parar
Mas é feito de todas as coisas
que tenho que aguentar
Jesus isso nunca acaba,
isso corroe por dentro
Se a dor continuar, não vou conseguir
Tudo que eu tenho

Tudo que eu tenho é insanidade!
Tudo que eu tenho
Tudo que eu tenho é insanidade!
Tudo que eu tenho
Tudo que eu tenho é insanidade!
Tudo que eu tenho
Tudo que eu tenho é insanidade!
Enfio meus dedos nos meus olhos

Mas é feito de todas as coisas
que tenho que aguentar
Jesus isso nunca acaba,
isso corroe por dentro
Se a dor continuar, não vou conseguir ..."



domingo, 8 de junho de 2008

"One Last Breath (Um Último Suspiro)

Por favor venha agora, eu acho que estou caindo
Eu me seguro em tudo que acho ser seguro
Parece que eu achei a estrada para lugar nenhum
E eu estou tentando escapar
Eu gritei quando ouvi o trovão
Mas estou indo para um último suspiro
E com isso deixe-me dizer
Deixe-me dizer

Segure-me agora
Eu estou a seis passos do precipício e eu estou pensando
Talvez seis passos
Não sejam tão profundos

Estou olhando para baixo agora que tudo acabou
Refletindo todos os meus erros
Eu pensei que havia encontrado a estrada para algum lugar
Algum lugar em sua graça
Eu clamei aos céus “salve-me”
Mas estou indo para um último suspiro
E com isso deixe-me dizer
Deixe-me dizer

Segure-me agora
Eu estou a seis passos do precipício e eu estou pensando
Talvez seis passos
Não sejam tão profundos

Olhos tristes me seguem
Mas eu continuo a acreditar que restou algo para mim
Então, por favor, venha ficar comigo
Por que eu continuo a acreditar que restou algo para mim e para você
Para mim e para você
Para mim e para você

Segure-me agora
Eu estou a seis passos do precipício e eu estou pensando

Segure-me agora
Eu estou a seis passos do precipício e eu estou pensando
Talvez seis passos
Não sejam tão profundos

Segure-me agora
Eu estou a seis passos do precipício e eu estou pensando
Talvez seis passos
Não sejam tão profundos

Por favor venha agora, eu acho que estou caindo
Eu me seguro em tudo que acho ser seguro"

Creed
"Fique Aqui Comigo

Você sempre conseguiu isso de mim
E me ajudou a acreditar
Em todas as lembranças que compartilhamos
Eu vou dizer a cada um deles
A verdade disto tudo
Tem um caminho certo pra se viver
E você me mostrou
Então agora você vive
Nas palavras de uma canção
Você é a melodia
Porque você está aqui comigo agora
Só quando o medo vier me cegar
você me levará a sonhar
Eu vou te entregar tudo, Eu vou
retribuir tudo
Que você tem dado para mim
Nesta vida que eu vivo
Eu espero
Eu quero dar amor incondicional
Aprendi que o mundo é bem maior que eu
Você é minha dose diária de realidade
Porque você está aqui comigo agora
A cada vez que cantamos
A cada vez que cantamos esta canção
Porque você está aqui comigo agora
A cada vez que cantamos
A cada vez que cantamos
A cada vez que cantamos"

Creed

sábado, 7 de junho de 2008

Morte de um poeta


"Uma palavra...
Talvez de alegria talvez de tristeza.
Será que alguém teria prantos para esse momento,
teria voz, ou sequer um gesto para esse momento?
Talvez nada possa existir agora
nem mesmo vida...
Porque acabaram-se as existências
porque já é morto um pedido de vida,
agora morreu um ser que descreve em vida,
toda a beleza de uma lágrima,
todo o sentido de um grito surdo.
Morreu agora... o Poeta.
Silêncio.
O corpo é comtemplado com serenidade,
as lágrimas ressoam sussurrantes,
e descem em fileiras pelas faces
de todos que acompanharam o seu mundo.
Ao seu redor as flores pereciam querer dizer
que a vida morreu de viver.
Olhando um corpo frio, estendido sobre a mesa,
coberto por um preto véu,
iluminado com velas em castiçais
e rodeado pela revolta,
pela mágoa dos corações que estão apertados
dentro de cada um.
Talvez todos devessem acreditar na ressurreição
e gritar para acordar a vida falecida,
e agora, abandonado pelo cantar dos pássaros,
solitário está aquele corpo, já começando a vagar
pelos caminhos da nova e infinita existência.
Será que ninguém vai se mover,
nenhuma flor vai se abrir
será que a vida parou no tempo, falecida?
Por que não lafar, chorar, gritar, ou então
por que não se dizer àquele corpo,
antes de sua partida eterna,
o que ele desvendou da vida de uma lágrima?
Uma poesia!
Agora que as palavras de afeto se acabaram,
agora que não há mais amor em meu coração
agora que eu sinto que todos morreram,
porque quem nos falava de amor, está partindo.
Nenhuma lágrima, nenhum gesto, nenhum pedido..."

Herzer... eterna inspiracao!

domingo, 1 de junho de 2008

"TALVEZ UM DIA VOCÊ DESCUBRA QUE EU FAÇO FALTA E QUANDO ESSE DIA CHEGAR,
TALVEZ EU JÁ TENHA DESCOBERTO QUE VOCÊ NÃO VALE MAIS A PENA..."